|
“GUGÚ DADÁ, COMO NASCEM OS BÉBÉS" Donde vimos? Como é que do amor nasce uma nova vida? Qual é a força que permite um bebé crescer forte e confiante? “Gúgú Dádá, como nascem os bebés” é uma peça sobre o amor, a educação dos afectos, a gravidez, o nascimento, as relações de cumplicidade entre pais e filhos. Numa época onde as relações pessoais são tão condicionadas por conflitos e tensões a nossa peça propõe um regresso às origens. O mistério do nascimento, faz de cada um de nós, um ser único e inédito. “Gúgú DáDá como nascem os bebés” é uma viagem poética que exalta o valor da auto-estima e do amor, ingredientes fundamentais para o desenvolvimento pessoal e social. Pilares da auto-estima que se forma aqui na 1ª Infância. Somos todos obras de arte que precisam de ser preservadas e bem tratadas. Este é segredo que queremos contar a cada criança.
O PROJECTO TEATRAL – PEDAGÓGICO “GÚGÚ DÁDÁ” “O teatro e a filosofia são espaços de liberdade criadora onde a criança se identifica e elabora o pensamento abstracto tão fundamental para artes como para a matemática”. Loris Malaguzzi A partir da peça “ Gúgú Dádá, como nascem os bebés” o Teatro Umano apresenta aos educadores pais e professores uma série de propostas de exploração da peça através das expressões artísticas. Reforçamos a importância do teatro criativo para o desenvolvimento do imaginário infantil, da fantasia, da capacidade inventiva. A criatividade precisa de ser alimentada pela imaginação e pelo conhecimento. Teatro é faz de conta, é sonho, possibilidade de fazer como se fosse... no teatro tudo é possível e tudo pode acontecer, no imaginário infantil também!!!! A peça “ GúGú DáDá, como nascem os bebés” é uma viagem ao mundo dos afectos guiada por o amor que faz nascer os seres humanos. “Cada criança é um ser único nasce numa circunstancia que desde sempre e para sempre, não foi nem jamais era repetida, uma circunstancia única” João dos Santos Ensaios do Educação II, 1983
Para que uma criança cresça é vital e necessária uma relação afectiva. A nossa proposta é tratar o tema do nascimento e da vida de uma forma lúdica, e passar alguns conceitos básicos da gramática dos afectos através da criatividade e do jogo teatral. Respeitando sempre as cem ou mil linguagens da criança A criança é feita A criança tem cem linguagens Cem mãos cem pensamentos Cem maneiras de pensar De brincar e de falar Cem sempre cem Maneiras de ouvir De surpreender de amar Cem alegrias para cantar e perceber Cem mundos para descobrir Cem mundos para inventar Cem mundos para sonhar. A criança tem Cem linguagens (e mais cem, cem, cem) Mas roubam-lhe noventa e nove Separam-lhe a cabeça do corpo Dizem-lhe: Para pensar sem mãos, para ouvir sem falar Para compreender sem alegria Para amar e para se admirar só no Natal e na Páscoa. Dizem-lhe: Para descobrir o mundo que já existe. E de cem roubam-lhe noventa e nove. Dizem-lhe: Que o jogo e o trabalho, a realidade e a fantasia A ciência e a imaginação O céu e a terra, a razão e o sonho São coisas que não estão bem juntas Ou seja, dizem-lhe que os cem não existem. E a criança por sua vez repete: os cem existem!
Loris Malaguzzi
Ficha técnica e artística: Autoria e Encenação: Teatro Umano Texto: Roberto Mazzilla Adaptação e dramaturgia: Diniz Lobato Interpretação: Rita Wengorovius, Alberto de Paoli. Cenários: Andrea Meló Adereços: Monica Guerra Desenho de luzes: Francisco O’Neill Sonoplasta: Pedro Vieira Foto e webdesign: José Morgado Comunicação e divulgação: Alberto Nico Produtora: Maria Bastos © Teatro Debate |
| Inicio | O Que é | Fotos | Onde | Contactos | Manifesto | Com quem trabalhamos |