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“Felicidade?
Sim, obrigado!”
Uma viagem ao mundo do optimismo
Baseado no livro, “O pássaro
da alma”, de Michal Snunit, Ed. Veja, Lisboa, 2003
A peça começa com a acção
dançada de plantar o Jardim da Felicidade: o que tem o nosso jardim?
O que é necessário regar, plantar, podar, semear, dar estrume
para fazer crescer a Felicidade?
O que é a Felicidade? Em torno de que conceitos é que se
organizam as crianças?
Sombras e luzes do jardim...As plantas e as árvores que crescem
no jardim, as urtigas da inveja, do “eu tenho e tu não tens”,
do “compra a marca que ela tem”, do “não desculpo”,
do “não brinco contigo”, do “é pior que
eu”...
Felicidade é desenho, é um desenho com tantas cores a tema
livre.
Felicidade é liberdade e não publicidade.
Notas:
O projecto teatral “Felicidade?
Sim, obrigado!” prevê também um atelier no final do
espectáculo e a entrega às educadoras de um caderno pedagógico
sobre a peça.
Duração total:
50-60 minutos
O projecto é realizado por Rita Wengorovius, actriz e mestre em
Criatividade aplicada na Universidade de Santiago Compostela, licenciada
em Teatro educação e professora na Universidade de Évora.
Ficha técnica:
Texto: Rita
Wengorovius, Encenação: Teatro Umano, Cenografia e figurinos:
Carla Gomes, Interpretação: Rita Wengorovius, Alberto De
Paoli. Sonoplastia: Pedro Vieira; Desenho de luzes e apoios técnicos:
Felisberto Santos; Consultoria pedagógica: Maria Pia Lombatti,
Produção: Gabinete de produção do Teatro Umano;
Webdesign: José Morgado, Divulgação: Alberto Nico.
Jardineiros do Jardim da Felicidade:
Não há dever que tanto
descuidemos como o de sermos felizes.
(Robert Louis Stevenson)
O bem que fizemos na véspera é o que nos traz a felicidade
pela manhã.
(Provérbio hindu)
Senhor, fazei que eu procure mais consolar do que ser consolado, compreender
do que ser compreendido, amar do que ser amado. Pois é dando que
se recebe, é perdoando que se é perdoado, e é morrendo
que se vive para a vida eterna.
(S. Francisco de Assis)
Não és menos feliz por te faltar do que serias se te sobejasse.
(Josemaría Escrivá)
A felicidade consiste em não seres feliz e que isso não
te importe.
(Miguel D'Ors)
Aprendi a procurar a felicidade limitando os desejos, em vez de tentar
satisfazê-los.
(J. S. Mill)
Para se ser feliz até um certo ponto é preciso ter-se sofrido
até esse mesmo ponto.
(Edgar Poe)
Antes de desejarmos fortemente uma coisa, devemos examinar primeiro qual
a felicidade daquele que a possui.
(La Rochefoucald)
Todos os dias devíamos ouvir um pouco de música, ler uma
boa poesia, ver um quadro bonito e, se possível, dizer algumas
palavras sensatas.
(Goethe)
O maior prazer que alguém pode sentir é o de causar prazer
aos seus amigos.
(Voltaire)
Se alguém não encontra a felicidade em si mesmo, é
inútil que a procure noutro lugar.
(La Rochefoucald)
A felicidade não é uma estação de chegada,
mas um modo de viajar.
(M. Ruberck)
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